“Era
uma vez um cão que sabia esconder muito bem suas emoções. Ele ficava amarrado
sob uma árvore de sombra. Ele sempre abanava o rabo e era fofo. Por isso, era
chamado de ‘O Cão Alegre’, tão alegre quanto a primavera. O cão sempre se
divertia muito com as crianças do vilarejo. Porém, toda noite, ele gemia e
choramingava quando não havia ninguém por perto. Ele chorava porque queria se
soltar e correr livremente no campo florido. Mas ele não podia. Por isso
chorava todas as noites. Todas as noites. Um dia, uma voz dentro dele perguntou
ao Cão Alegre: ‘Por que você não corta a coleira e foge?’ E o Cão Alegre
respondeu... ‘Estou amarrado há muito tempo, então não sei como me libertar.’
O
Cão Alegre é a história compartilhada no sétimo capítulo da
série Tudo bem não ser normal. Uma história simples que carrega uma
grande lição. Quando se está preso por muito tempo é bem difícil se livrar das
“amarras”. Sejam costumes, comportamentos, tradições ou o que for, romper é uma
atitude corajosa que vem muitas vezes acompanhada pelo medo e pela dor. O Cão Alegre vivia aparentemente feliz. Viver
de aparência é o problema nessa situação. Às vezes é preciso mudança. Deixar as
aparências de lado para ser verdadeiramente feliz e alegre.
Neste
episódio Ko Moo- yeong é atormentada de noite por um pesadelo. Gang-tae vai até
o quarto dela para ajudá-la porque escutou ela gritando. Ela muito assustada o
manda correr e fugir dali. Ele permanece firme e declara que não a deixará.
Naquele dia Gang-tae faltou ao trabalho para cuidar dela. Faltar ao trabalho
foi uma atitude ousada para o personagem que sempre age de maneira correta e
cumpre seus deveres. Com essa atitude ele se mostra como alguém que conseguiu
“romper” ,ainda que bem pouco, as cordas que o prendem.
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