“Mais do que máquinas,
precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e
doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será
perdiso.(Charles Chaplin)
Cada
dia chega aos nossos ouvidos informações de um mundo violento em que pouco se
fala sobre amor, e menos ainda, pratica-se bondade, doçura, afeição, que
poderiam ser considerados como ‘derivados’ do amor.
As
máquinas estão em todos os lugares para nos auxiliarem por meio da tecnologia,
vivemos mergulhados em um mundo de rápido progresso tecnológico. Entretanto,
será que isso traduz a inteligência dos homens de nosso tempo? Será que essa inteligência
tem sido benéfica? Será que precisamos disso tudo, ou ainda, de algo mais?
Atrevo-me a dizer que mais do que inteligência precisa-se de pessoas sábias,
que possuem inteligências, mas além dela possuem uma ‘pitada’ de um algo mais
que faz toda a diferença.
Um
mundo mais leve em que nada esteja nos escravizando é o que nos faria melhor,
em que nos doássemos mais sem pretensões de algo em troca receber.
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